Meus sites ... dá uma olhadinha neles.
Então, meu blog, o Buzios Papers, será um modo - um caminho - de expor idéias, coisas que faço, impressões sobre o que está rolando pelaí, notícias que me balançam mais do que o normal, e de papear eletronicamente com os amigos... É isso aí. Agora, eu. Na Arte, faço de tudo um pouco: desenho, pinto, faço cerâmica. Cometo minhas poesias e contos. Sou tradutor de artigos científicos e livros da área médica. Fiz algumas exposições de cerâmica e desenhos no Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Rio das Ostras e São Paulo. Vivo aqui no paraíso de Búzios há sete anos... na Praia Rasa. Rubronegro doente. Amo o Rock Clássico. E o Carnaval. Um enorme orgulho profissional: ter sido Diretor Carnavalesco da Escola de Samba Combinados do Amor, a gloriosa agremiação do bairro do Caramujo, em Niterói... Meu bloco carnavalesco para sempre: "Filhos da Pauta", também de Niterói. Sou da noite, sou festeiro, e meu Triângulo das Bermudas é o eixo Rio - Niterói - Búzios. Objetivo maior: viver o momento presente, todos os momentos da minha vida.
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Um segundo para colocar a camisinha
Um segundo. Esse é o tempo necessário para se colocar uma camisinha lançada esta semana na África do Sul. Com o sugestivo nome de Pronto, o preservativo tem apenas a embalagem diferente dos convencionais: após aberta, ela permanece presa ao anel, facilitando o manuseio. Segundo os fabricantes, quem "for devagar, levará três segundos para colocar" o produto . A nova camisinha surge como uma esperança no combate à Aids no país - que tem 5,5 milhões de pessoas infectadas pelo HIV - já que muitos habitantes admitem não usar preservativo por considerar que sua colocação costuma "cortar o clima" da relação. De acordo com o site do fabricante, o preservativo é manufaturado de acordo com padrões internacionais de qualidade e segurança e chega ao consumidor pelo mesmo preço do produto convencional. Por enquanto, só está disponível o modelo standard, mas a empresa promete lançar uma versão mais fina e outra reforçada no início de 2007. Ainda não há previsão de quando a novidade chegará a outros países. As queixas a respeito do uso de preservativos não são exclusivas dos africanos: uma pesquisa realizada no ano passado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia revelou que 80% dos brasileiros não têm o hábito de usar camisinha. O medo de prejudicar a ereção foi alegado por 14% dos entrevistados, e 9% admitiram se atrapalhar ao colocar a proteção.
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